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  • toazul

Como trocar uma dívida cara por uma mais barata

Aprenda como pagar menos juros nas suas dívidas de forma simples.



Você já precisou trocar o provedor de algum serviço por outro mais barato? Isso é comum com provedores de internet, TV a cabo e telefone, por exemplo, que podem oferecer praticamente os mesmos serviços a preços bastante diferentes.


Com dívidas, não é diferente: os bancos prestam um serviço ao emprestar recursos e, em contrapartida, recebem os juros e outras taxas que podem diferir bastante entre instituições financeiras.


Por isso, se você conhece o custo total da sua dívida e descobre que tem a possibilidade de pagar menos por ela, pode fazer sentido trocar, certo? Vamos ver, a seguir, como isso funciona.


Trocar uma dívida significa realizar o pagamento do valor do crédito que apresenta custos mais altos através de um empréstimo com custos mais baixos.


Essa estratégia não faz milagres, é preciso ter um bom planejamento financeiro independente disso, mas pode ajudar a aliviar os seus gastos com a quitação das parcelas.


E para fazer essa troca é importante que você:


1. Saiba quanto custa a sua dívida atual - ou seja, saiba o Custo Efetivo Total (CET) dela,

que é justamente o custo real do crédito englobando não só os juros, mas também

outras taxas e encargos.


2. Faça uma boa pesquisa de mercado para saber o CET de outras opções de crédito,

assim você abre seu leque para melhores serviços.


3. Tente renegociar a sua dívida com a sua instituição credora atual, para ver se ela

consegue diminuir os juros.


4. Caso a instituição credora não ofereça melhores condições de pagamento, volte para

sua pesquisa e procure dívidas com CETs menores para fazer a troca. 


Decidindo pela troca, você pode fazê-la de 2 formas principais:


A primeira é a portabilidade de crédito para outro banco que tenha condições de pagamento mais vantajosas ou um melhor atendimento. Essa transferência é solicitada diretamente com a "nova" instituição. Nesse caso, os prazos e o valor da operação original são mantidos, mas as taxas cobradas podem ser alteradas - incluindo a taxa de juros!


E a segunda forma é através da contratação de um empréstimo com CET menor em outra instituição e quitando a sua dívida mais cara na organização credora.


Por exemplo:


Vamos supor que você tenha um empréstimo pessoal de CET 39% ao ano na instituição A e encontrou um crédito consignado de CET 35% na instituição B, que é conveniada com a empresa na qual você trabalha.


O que você faria? Provavelmente, pegaria o empréstimo mais barato com a instituição B,

pagaria o empréstimo original na instituição A e, ao invés de quitar as parcelas mais caras

desse crédito, quita as parcelas do novo empréstimo com a opção B, justamente por mais barato.


Aqui, usamos o exemplo do crédito consignado, porque em geral essa modalidade tem as menores taxas, já que é uma operação mais simples que desconta direto da folha de

pagamento - oferece mais segurança para a instituição credora.


Mas é importante notar que nesse segundo caso, diferentemente da portabilidade, o valor da operação e os prazos também podem ser diferentes daqueles acordados no primeiro empréstimo contraído. 


E aí, anotou tudo? :)


Então comece já seu planejamento de dívidas e avalie se essa estratégia pode se encaixar nele!

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