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Consigo sair do vermelho e me tornar um investidor?

É possível sair do vermelho e se tornar um investidor mudando a forma de lidar com as contas e se educando financeiramente, principalmente se estiver com pendências para quitar. Nesse caso, além de montar um bom planejamento, você precisará adotar novos hábitos de consumo e poderá recorrer a um tipo de crédito pessoa física consciente e menos custoso para lidar com as dívidas.

Se deseja aplicar em ativos, será importante pesquisar sobre o mercado de investimentos para se juntar aos 44% dos brasileiros que tinham, em 2109, algum saldo aplicado em produtos de investimento. Isso segundo a 3° edição do "Raio X do Investidor Brasileiro", feito pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), com o apoio do Datafolha.

Também há algumas dicas que você poderá pôr em prática a fim de dar os primeiros passos para sair do vermelho e se tornar um investidor. Confira!


Comece com um planejamento financeiro


Para começar, monte um planejamento financeiro. Nele, você precisará incluir suas contas e seus rendimentos, definindo um orçamento pessoal para determinado período (semana, quinzena, mês etc.). Inclua a data dos seus pagamentos para não deixar de quitar as contas até o vencimento, a fim de evitar juros e multas.

É recomendado dividir as contas em grupos e separar uma porcentagem dos seus ganhos para cada conjunto de gastos. Dessa forma, esse plano servirá a você de guia na hora de fazer compras, pagar boletos e até mesmo guardar dinheiro para investimentos.


Equilibre suas contas com um crédito inteligente


Para renegociar dívidas e equilibrar seus gastos, busque um empréstimo pessoal inteligente que conte com taxas de juros mais em conta do que o cheque especial e o cartão de crédito. Por exemplo, o crédito consignado.

Ao pôr as contas em ordem, você terá maior possibilidade de conseguir economizar com o objetivo de investir. Além disso, o empréstimo consignado é uma opção em que as prestações são pagas em dia, pois são descontadas diretamente no salário. Lembre-se apenas de buscar o consignado em uma instituição de crédito com ampla expertise de mercado, como a toazul.


Defina metas realistas de curto, médio e longo prazos


É recomendado definir metas de curto, médio e longo prazos para suas aplicações, deixando claro que elas precisam ser realistas. Em outras palavras, devem estar em conformidade com a sua realidade financeira. Aliás, inclua essas metas no seu planejamento financeiro para não as perder de vista.


Pesquise ativos conforme o seu perfil de investidor


Antes de começar a investir, é importante entender o seu perfil de investidor para tomar melhores decisões. Em geral, são três tipos de perfis:

  • arrojado — tem maior tolerância a riscos para conseguir maiores ganhos, inclusive, pode aplicar em ativos por longo tempo esperando a valorização pretendida. Os ativos escolhidos também podem apresentar liquidez menor;

  • moderado — tem disposição a correr certos riscos para obter bons ganhos com os investimentos, porém também preserva mais o seu patrimônio. Portanto, é comum aplicar em ativos de alto e baixo risco, diversificando sua carteira a fim de obter equilíbrio entre segurança e bons retornos financeiros;

  • conservador — valoriza a segurança do investimento, aplicando mais em ativos de baixo risco e que costumam ter a possibilidade de resgate em um prazo curto. Sendo assim, opções de alta liquidez costumam ser de sua preferência. Em suma, tende a preservar o seu capital financeiro e o seu patrimônio.

Invista em educação financeira


Investir em educação financeira e focar no aprendizado contínuo são fundamentais para obter maior conhecimento e segurança na hora de lidar com ativos, como ações, fundos, títulos públicos, etc. Dessa forma, você melhorará continuamente seu conhecimento sobre as aplicações e poderá obter melhores ganhos.


Basicamente, para conseguir sair do vermelho e se tornar um investidor, você precisará tanto entender as dinâmicas do mundo dos investimentos quanto aprender a organizar as suas finanças pessoais.


Por falar nisso, preparamos um artigo especial sobre a importância da educação financeira para não entrar em dívidas, no qual também incluímos dicas para você lidar com elas. Não deixe de conferir!



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